Os 4 tipos de infrações de trânsito e como evitá-las

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    Uma das piores notícias é receber em casa uma multa por falha ou descuido durante a condução do veículo. Motoristas sabem que seja dentro de uma cidade ou em uma rodovia inúmeras infrações de trânsito podem acontecer. Por isso, é sempre importante ficar bem informado para evitar surpresas desagradáveis que possam influenciar negativamente o orçamento mensal.

    Existem multas gravíssimas, com valores que ultrapassam os R$2.900, como no exemplo de quem dirige alcoolizado. Nesse caso, além da sanção financeira, o motorista ainda pode ser preso e ainda ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por um ano ou até mesmo cassada.

    Apesar de esse caso ser amplamente conhecido, existem outras transgressões que pouca gente conhece. Por isso, apresentaremos aqui os 4 tipos de infrações (e respectivas penalidades) previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Quer se inteirar sobre o assunto? Então embarque nessa com a gente!

    1. Infrações leves

    São as falhas corriqueiras que podem acontecer no dia a dia, com multas que não ultrapassam R$ 88. Ou seja, funciona mais como uma maneira de alertar aos motoristas sobre determinadas atitudes que necessitam de correções.

    Entre elas, podemos citar: estacionamento do veículo sobre a calçada, que gerando 3 pontos na CNH, além da utilização de farol alto em vias que contêm iluminação pública e uso inadequado da buzina.

    Também é considerada infração leve a situação em que o motorista conduz um veículo sem portar os documentos obrigatórios. A CNH e os documentos do carro, por exemplo.

    2. Infrações médias

    Nesse caso, as infrações de trânsito geram multas com valor um pouco mais elevado, chegando a R$ 130, além de 4 pontos na CNH. Vale frisar que, independentemente do tipo da infração, quem somar 20 pontos tem a CNH suspensa por um ano e terá que passar pelo curso de reciclagem.

    Entre as multas médias, podemos citar falta de combustível em trânsito, estacionamento do veículo na contramão, condução de veículo com lâmpada queimada ou ainda transitar em dias ou horários não permitidos por alguma regulamentação, como no caso de um rodízio.

    Deixar de dar passagem pela esquerda quando solicitado e transitar em velocidade até 20% acima da permitida também configuram as infrações médias. Outra transgressão bem comum é o condutor falar ou enviar mensagens por celular enquanto está dirigindo.

    3. Infrações graves

    Como o nome diz, as multas graves são ocasionadas por situações que demonstram possíveis negligências por parte dos motoristas. Elas são baseadas também nas consequências que podem ser muito prejudiciais para si e para os outros. As penalidades chegam a R$ 195 e 5 pontos são computados na CNH.

    No entanto, existem casos em que o custo pode ser mail alto. Um exemplo é a não utilização do cinto de segurança. A infração é multiplicada pelo número de pessoas que estejam sem usar o acessório dentro do veículo, ou seja, pode ultrapassar R$ 500.

    Além deste caso, ultrapassar o semáforo no sinal vermelho ou não dar preferência ao pedestre nas faixas também configuram infração grave.

    Trafegar com velocidade acima de 20% da permitida gera multa grave. Acima de 50%, já é infração gravíssima.

    Além disso, uma situação que também é grave e surpreende motoristas é dirigir veículo com os pneus carecas. Certamente uma manutenção corriqueira pode prevenir inúmeros prejuízos, além de garantir mais segurança aos ocupantes do veículo.

    4. Infrações gravíssimas

    Fina chegamos aos fatos que mais causam dores de cabeça nos motoristas, com consequências como apreensão do veículo, cassação de CNH e até prisões. As infrações gravíssimas podem ter vários agravantes. Assim, o valor de R$ 293 estabelecido pelo Código pode ser multiplicado várias vezes, até chegar à casa dos 4 dígitos.

    Apesar de a pontuação estabelecida ser de 7 na CNH, alguns casos geram automaticamente a suspensão da carteira.

    Entre as infrações de trânsito de natureza gravíssima, podemos citar: dirigir o carro com licenciamento vencido, trafegar pelo acostamento, dirigir sem possuir habilitação ou estando esta vencida há mais de 30 dias. Conduzir sob influência do álcool, disputar corridas, não prestar socorro em caso de acidente provocado pelo condutor, entre outros.

    Ainda ficou alguma dúvida? Você tem uma experiência para compartilhar? Então deixe aqui o seu comentário!

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